Converter um FIT para GPX
Solte o arquivo .fit gravado pelo seu relógio ou pelo seu ciclocomputador: ele volta em GPX, o formato que os GPS e os aplicativos de ar livre leem. Sem conta para criar, nada para instalar.
Seu arquivo não sai do seu aparelho
A leitura, a conversão e o salvamento acontecem no navegador. Nada é enviado, nada é guardado, nenhum servidor vê a sua atividade. Feche a aba e não sobra nada dela.
Como funciona
Pegar o arquivo
Conecte o relógio ou o ciclocomputador por USB: os arquivos .fit ficam numa pasta "Activities". Pelo celular, o aplicativo do fabricante permite exportar um passeio.
Soltar
O navegador decodifica o arquivo sozinho, byte a byte. A conversão é imediata: não há fila nem envio.
Salvar
O arquivo produzido mantém o nome do seu, com a extensão .gpx. Ele é escrito pelo navegador, direto nos seus downloads.
FIT e GPX, dois formatos para dois usos
FIT
Flexible and Interoperable Data Transfer, o formato de gravação dos relógios e ciclocomputadores. É um arquivo binário — não abre em um editor de texto — e descreve um treino segundo a segundo: posições, altitudes, medidas dos sensores, paradas do cronômetro.
GPX
GPS Exchange Format, o formato dos GPS, dos aplicativos de ar livre e dos programas de cartografia. É texto, legível como está, e descreve um percurso: latitude, longitude, altitude e horário de passagem. É o que a maioria dos aparelhos e sites espera.
São mantidos: o traçado ponto a ponto, as altitudes, os horários de passagem — portanto a duração e os ritmos — e as paradas do cronômetro, que viram cortes no traçado. São perdidas: as medidas dos sensores, o esporte declarado e os resumos de voltas, que qualquer leitor de GPX recalcula dos pontos de qualquer forma.
Ver este trajeto em um mapaVeja todas as ferramentas GPX do site
O que esta página não consegue fazer
Um navegador não desce um vale sem sinal. O GPX View guarda seus trajetos e seus mapas no celular, guia você pelo caminho e grava seus passeios — sempre sem conta.
Perguntas frequentes
- Meu arquivo é enviado para algum lugar?
- Não. Ele é lido, decodificado e reescrito pelo seu navegador, e nunca é transmitido. Você pode desligar a conexão depois de carregar a página: a conversão continua funcionando.
- Onde encontro o arquivo .fit do meu passeio?
- No relógio ou ciclocomputador conectado por USB, numa pasta "Activities": o aparelho aparece como um pen drive e os arquivos são nomeados por data. Pelo celular, o aplicativo do fabricante permite exportar um passeio; esse export às vezes oferece o .tcx, que tem a própria página aqui.
- Os horários de passagem são preservados?
- Sim, ponto a ponto. O GPX tem uma marcação para o horário de cada ponto, então o arquivo produzido mantém sua duração, seus ritmos e seus tempos de passagem — é a diferença em relação a uma conversão para KML, que os perde.
- E a frequência cardíaca, a potência, a cadência?
- Não são levadas. O GPX padrão não tem onde escrevê-las; existe uma extensão que permite isso, mas boa metade dos programas que leem GPX a ignora em silêncio. Um arquivo que parece mais rico e que menos programas conseguem ler não ajuda ninguém. A página diz quais dessas medidas o seu arquivo trazia.
- Por que meu passeio sai em vários trechos?
- Porque o seu cronômetro parou e voltou — um sinal vermelho, uma pausa no alto, um segundo dia. Cada parada vira um corte no traçado, para que nenhuma linha reta seja traçada por cima. Sua distância e sua altimetria não mudam.
- Dá para fazer o contrário, de GPX para FIT?
- Aqui não, e não é a mesma operação: ler um FIT e escrever um são dois trabalhos diferentes. Para carregar um percurso em um ciclocomputador, aliás, o GPX quase sempre basta — a maioria dos aparelhos recentes o importa diretamente.
- É preciso criar uma conta?
- Não, nem aqui nem no aplicativo. Não há conta para criar, então não há nada para lembrar nem nada para apagar.
